O CENTENÁRIO DE PAULO EMÍLIO RIBEIRO DE VILHENA: VISITANDO O MUSEU DE TUDO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12818/P.0304-2340.2026v88p563

Resumo

O Museu da Inocência e A mala de meu pai, de Orhan Pamuk, e Quase memória, de Carlos Heitor Cony, funcionaram como mote para percorrer a vida do Professor Paulo Emílio Ribeiro de Vilhena, na celebração do centená­rio de seu nascimento. Os vestígios deixados por ele e guardados num repositório de me­morabília ajudam a entender a forma como compreendia a teoria do direito e a teoria do direito individual, coletivo e processual do trabalho, sempre a partir da composição das relações jurídicas na interação entre direito público e direito privado.

PALAVRAS-CHAVE: Direito e literatura. Me­mória. Teoria do direito. Centenário do Pro­fessor Paulo Emílio Ribeiro de Vilhena.

Biografia do Autor

  • Mônica Sette Lopes, Universidade Federal de Minas Gerais

    Professora Titular e Vice-Diretora da Faculdade de Direito da UFMG. Desembargadora
    (aposentada) do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.

Publicado

2026-08-19

Edição

Secção

Memória Histórica