O CENTENÁRIO DE PAULO EMÍLIO RIBEIRO DE VILHENA: VISITANDO O MUSEU DE TUDO
DOI:
https://doi.org/10.12818/P.0304-2340.2026v88p563Resumo
O Museu da Inocência e A mala de meu pai, de Orhan Pamuk, e Quase memória, de Carlos Heitor Cony, funcionaram como mote para percorrer a vida do Professor Paulo Emílio Ribeiro de Vilhena, na celebração do centenário de seu nascimento. Os vestígios deixados por ele e guardados num repositório de memorabília ajudam a entender a forma como compreendia a teoria do direito e a teoria do direito individual, coletivo e processual do trabalho, sempre a partir da composição das relações jurídicas na interação entre direito público e direito privado.
PALAVRAS-CHAVE: Direito e literatura. Memória. Teoria do direito. Centenário do Professor Paulo Emílio Ribeiro de Vilhena.
